sábado, 27 de agosto de 2011

blábláblá


              Ninguém atravessa a tempestade com barquinho de papel. Construa seu futuro agora! Não deixe pra estudar amanhã duas horas antes da prova. Você escolhe o seu caminho... Uma pessoa muito querida uma vez me disse: Faça primeiro o que você tem que fazer, para depois poder fazer o que você quer fazer.

Beijo. 

sábado, 20 de agosto de 2011

...

“…É fácil amar o outro na mesa de bar, quando o papo é leve, o riso é farto, e o chope é gelado.
É fácil amar o outro nas férias de verão, no churrasco de domingo, nas festas agendadas no calendário de vez em quando.
Difícil é amar quando o outro desaba. Quando não acredita em mais nada. E entende tudo errado. E paralisa. E se vitimiza. E perde o charme. O prazo. A identidade. A coerência. O rebolado.
Difícil amar quando o outro fica cada vez mais diferente do que habitualmente ele se mostra ou mais parecido com alguém que não aceitamos que ele seja…”

Créditos.

texto sem nome .



Saudade de escrever, de dizer o que sinto aqui. Acho que estou bem agora, não completamente, falta uma parte de mim se restaurar ainda. Porém, voltei reconhecer meu sorriso no espelho, meu olhinho brilhando quando tenho pensamentos bobos... Uma vontade enorme de dar um abraço bem apertado, vontade de dizer: que-bom-que-você-veio. Mas eu não digo! Eu nunca digo né? Sabe por quê? Vontade dá e passa! Eu que não caio nessa de novo.  O medo que eu tenho é que, não sei até quando eu vou me controlar. 

Beijos ;)

Ainda não aprendi…



Hoje me fizeram a seguinte pergunta: O que você ainda não aprendeu?
Pois bem, depois de muito pensar e de sempre ouvir dizer que a “vida” ensina e que o “tempo” cura tudo, ainda restam certas coisas que a vida não fez o favor de me ensinar e que o tempo se atrasou e ainda não veio me libertar de questões que carrego há anos.
A vida me ensinou a perdoar os outros. Mas fez questão de me lembrar que a gente deve perdoar e esquecer. Minha memória é boa (até demais), sei quem pisou na bola. Até aceito que as pessoas errem uma vez ou outra (até porque ninguém é de ferro, não é mesmo?), desde que se arrependam com o coração, eu perdôo. Mas ainda não aprendi a perdoar-e-esquecer. Arrependimentos da boca para fora nunca me convencem, nem me comovem, apesar de quase já ter caído em ladainhas toscas sem fim.
A vida já tentou me ensinar a me perdoar também quando me arrependo de alguma coisa que tenha feito sem pensar. Me condeno. Me mando para a cadeia, para a solitária, como pão que o Diabo amassou. Cumpro minha pena e nem assim descanso – nem aprendo. E vira e mexe volto a me pegar a fazer a pensar nas mesmas coisas que, a pouco tempo me vi aos tropeços.
Também não sei pedir… Meu Deus, eu não sei pedir ajuda!
Nunca gostei de depender dos outros. E tem mais: não consigo dizer eu-preciso-de-você-agora. Sei que é simples, mas não sai. Algo me trava, a voz fica entalada.
Certas coisas não me deixam. Tendo a demonstrar que sou a “fortona” do pedaço, que consigo me reconstruir, me levantar sem dar a mão para ninguém. Não gosto de admitir nem assumir fraquezas nem de demonstrar a minha própria fragilidade. Eu sei que as pessoas fazem SOS a todo instante. Choram, pedem, imploram, suplicam. Não consigo. E isso aí também ainda não aprendi.
Não aprendi a chegar para a outra pessoa e falar tô-acabada-tô-precisando-não-vou-conseguir-sozinha. Sinto um terror só de pensar.
Ninguém nunca me disse que eu precisava ser forte. Um dia, sei lá quando, eu resolvi que ia ser e pronto. Acho que eu devia ter uns 15 anos…(talvez por conta de várias desilusões amorosa ou relacionadas a amigos que tive naquela época). Sempre fui aquela que ouviu todo mundo. Automaticamente achava que tinha que dar força para os outros e me sinto bem agindo assim, mas quando sou eu quem precisa, eu simplesmente não consigo pedir auxílio, uma palavra de conforto ou um abraço daqueles bem apertado, isso não  aprendi ainda.
É claro que mil vezes peguei o telefone chorando perguntando:”o-que-eu-faço?”. Mas isso já faz muito tempo e nunca deu em nada.
Meus assuntos sérios e profundos eu nunca aprendi a dividir. Penso que a vida é minha, o problema é meu, ninguém tem que ouvir minhas lamúrias, tristezas, coisas chatas e ruins. Penso que me viro sozinha. Penso que me resolvo comigo, que dou um jeito, e que eu consigo. Não aprendi a dividir minha vida “emocional” dessa forma ainda.
Não aprendi a desligar do mundo, a não tentar fazer tudo ao mesmo tempo, não aprendi a dormir direito sem pensar no que preciso comprar para a arrumação da casa, ou qualquer outra coisa que estou a precisar, não aprendi a tomar café sem pensar no que me espera no trabalho, não aprendi a sossegar meu pensamento e meu coração.
Não aprendi a demonstrar meu lado frágil, inseguro, apaixonado, cansado e, algumas vezes choroso.
Eu ainda não aprendi a parar de sentir falta de pessoas que foram importantes para mim, e que hoje vivem uma vida feliz por aí (sem mim).
Não aprendi a desistir completamente de algo que eu tenha começado, mesmo que eu esteja achando difícil ou quase insuportável de continuar.
Tenho mania de escrever em blocos e ter pelo menos um deles sempre dentro da bolsa. Tenho sentimento de posse, tenho ciúme, tenho medo de perder quem é essencial na minha vida. Tenho medo de me perder, por isso acendo todas as luzes e essas coisas ainda estou tentando aprender a contornar.
O tempo nem sempre cura tudo. Tenho feridas que já cicatrizaram, mas que insistem em latejar quando o dia está nublado. Tenho mágoas que já foram superadas, mas se lembro bem, se lembro forte, se penso nelas sinto doer – ainda. E dói, dói, dói como se tivesse acontecido ontem. Tenho vontades que nunca passam e isso nem o tempo foi capaz de mudar.



( Quando li esse texto, fiquei paralizada.. como alguém pode colocar no papel a minha vida, sem me conhecer!?)

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

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“Quero os melhores romances, ou prefiro ficar sozinha. Quero as melhores lembranças, ou prefiro não lembrar. Ou vivo intensamente, ou vou levando essa rotina que não incomoda, não interfere, não fere, mas também não é vida. Vou dispensando tudo o que não julgo suficiente pra me roubar a solidão. Vou excluindo do meu convívio todos que não parecem prontos pra marcar meus dias.”


- Verônica H.

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

“Por isso, eu te peço...

... Me provoque. Me beije a boca. Me desafie. Me tire do sério. Me tire do tédio. Vire meu mundo do avesso!”



- Clarice Lispector.

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Desabafo! #2


Uma lagrima no canto do olho, não deslizou no meu rosto porque eu não deixei! Já prometi que não ia chorar por bobagem, pelo que não vale à pena ou pelo que já deveria ter morrido. Não sei por que fiquei assim ou sei bem, sentimento ruim. Sei que não gosto de sentir isso, não gosto e nem quero! 


Basta!


Queria meu controle remoto da vida real agora, essa é uma das cenas que eu pularia. Pode ser que seja ate bom pra mim, o mundo não é feito só de rosas, tem espinhos também e esse furos que eles provocam, mesmo tão pequenos, tão insignificantes, machucam, sangram e doem tanto. 


/eu.