sexta-feira, 29 de abril de 2011

Meu sorriso grande

O sorriso dele é o meu favorito, é o mais cheio de entusiasmo e de sinceridade que eu conheço. Um sorriso que me deixa calma e cheia de paz, um sorriso que me da conselhos, me da colo, me ouve, esta sempre comigo faça chuva ou faça sol, um sorriso que canta pra mim até mesmo em silêncio, e eu morro de medo de perder esse sorriso que é muito importante. Ah, e o olhar dele... Quando ele me olha daquele jeito e me diz: Calma rapaz, que vai da certo! Me da coragem para continuar, me da forças. Ele, como eu sempre digo é o meu anjinho, uma das pessoas que eu quero levar pra toda vida.


Lígiia . 

sábado, 23 de abril de 2011

eu valho a pena ..

Minhas verdades mudam com o tempo, meus valores não.
O que alguém acha de mim não vai determinar quem eu sou. Mesmo assim, não vou discordar quando alguém achar que eu não valho a pena. Eu valho. Eu valho a pena se tentarem me amar ao invés de se apaixonarem por mim.



(Brena Braz)

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Traduzindo sentimentos...

A sintonia que une dois corações. Corações que buscam encontrar a paz, um conforto. Sendo dois em um. Sendo aprisionado para que possa se libertar, ganhar a sua liberdade. Liberdade para voar, para falar e poder gritar. Para poder olhar pra frente e falar, eu que vivi. Sou o sentimento que transborda, sou a paz de minha alma, a paz que expressa o nobre sentimento, que com um simples olhar é capaz de transmitir mensagem que voz nenhuma é capaz.
Ter a sorte de juntar dois corações e assim poder sentir o coração do outro que divide esse momento bater na mesma freqüência que o seu, e juntos delirando de tanta emoção. Juntos encontrando a paz, por saber que é humano, por saber que sempre terá um conforto, sempre terá um ombro, e sempre terá o lugar onde poderá repousar a sua mente.
Esses momentos que são sempre raros, e com um grande valor. Não sei o que é amar, mas posso sentir no meu intimo, que um dia já fui amado e que já amei.
Momentos que me alegram, momentos que me libertam. Momentos inesquecíveis, que une a minha razão com a minha emoção, e assim formando o meu coração.


Policarpo Rosa de Almeida (Polinho para os íntimos)

O menino das filas...

Era uma segunda feira, como outra qualquer numa cidade desconhecida, acompanha de pessoas desconhecidas. E lá estava eu na fila de um banco, esperando impacientemente minha vez de ser atendida. Cansada, com fome e com sono que se resume em estresse, pelo menos pra mim. Eu como sempre tagarelando o vi de longe, não tinha como não ver tanta beleza, seus olhos verdes brilhavam, e o sol refletia nos fios louros do seu cabelo. Ele se aproximou, vinha para a mesma fila que eu. ‘Meus Deus’ pensei, muita sorte pra uma pessoa só. E um sorriso tímido ele deu pra mim, eu apenas precisei retribuir com um sorriso mais tímido que o dele, para que ele falasse comigo...
- Bom dia – o bom dia mais engasgado que já ouvi.. rsrs
- Bom dia.
- Você trabalha aqui perto?
- não, apenas vim resolver alguns assuntos pro meu pai...
- que pena! Você mora aqui em Salvador?
- também não, sou de juazeiro.
- huuum, preciso conhecer juazeiro então...
- (risos envergonhados) eu tenho que ir agora...
- anota seu telefone pra mim...
Não tive tempo de anotar meu telefone e entregá-lo, não deixaram. E eu me senti numa culpa terrível,por que segundo Frejat: meu amor pode estar numa fila de cinema. E eu não dei a chance de nos conhecermos. E lá estava eu em outra fila, de outro banco esperando mais uma vez impacientemente,quando vejo aqueles olhos se infiltrarem no meu olhar mais uma vez, era ele! Me chamou com um jeitinho todo tímido. Quando eu ia a sua direção, meu amigo que não me deixou passar meu telefone pra ele me diz: você vai mesmo? Esse cara é muito estranho, ele nem te conhece, nunca te viu antes e ta insistindo desse jeito? Ele deve ser um psicopata, querendo te matar e vender teus órgãos!!!
Ele conseguiu me assustar com essas palavras, mas aquele olhar me intimava, eu tinha que ir, eu tinha que saber o que ele queria, e na ordens do meu amigo eu fui, sem deixar que ele me tocasse ou que eu o acompanhasse para fora de onde estávamos, quando cheguei perto dele ele me disse:
-Desculpa! Não queria te assustar, e não to te perseguindo se é o que parece só não queria perder a oportunidade de conhecer uma pessoa de olhar tão meigo e sorriso tão lindo, lê e pensa com carinho.
Eu fiquei muda, como sempre, ele queria apenas entregar-me um bilhete, que tinha escrito com tinta preta e letras trêmulas: Gostei muito de você, queria a oportunidade de te conhecer melhor, aqui esta meu número e meu MSN. Almoça comigo?
Eu não podia almoçar com ele, e se ele quisesse mesmo meus órgãos? Cidade desconhecida, presa fácil, a menina de olhar meigo e sorriso lindo seria a vítima perfeita. Meu amigo conseguiu me assustar, mas, e se eu perdi a oportunidade de conhecer uma pessoa legal?
Vai saber né ?
Tenho hoje apenas mais um amigo virtual, que é bem mais seguro convenhamos

Lígia (:

quinta-feira, 14 de abril de 2011

amor é ....

“Amor é quando alguém te magoa, e você, mesmo muito magoado, não grita, porque sabe que isso fere seus sentimentos.”

- Mathew, 6 anos.

“Amor é quando seu cachorro lambe sua cara, mesmo depois que você deixa ele sozinho o dia inteiro.”

- Mary Ann, 4 anos.

“Amor é quando você fala para um garoto que linda camisa ele está vestindo e ele a veste todo dia.”

- Noelle, 7 anos.

“Amor é quando você sai para comer e oferece as suas batatinhas fritas, sem esperar que a outra pessoa te ofereça as batatinhas dela.”

- Chrissy, 6 anos.

“Quando alguém te ama, a forma de falar seu nome é diferente.”

- Billy, 4 anos.

sábado, 9 de abril de 2011

Leve como brisa

Assim estou me sentindo, leve. Nada me chateia nada me tira o sorriso, esta tudo na mais perfeita paz. Há muito tempo não me sentia assim, sem demais preocupações. É como se eu tivesse tirado todo o peso das minhas costas e colocado em um canto, e vou deixá-lo lá por tempo indeterminado. Hoje eu me resumo feliz.

Lígia.

sábado, 2 de abril de 2011

Colocando pessoas no Baú..

Hoje eu apaguei algumas pessoas da minha vida, pessoas que não me fazem bem e me dão um mal estar danado. Até tentei reciclá-las, mas estavam muito gastas, não consegui... Apenas me machuquei mais e mais. E pensando bem foi melhor, para mim e para elas, eu não às fazia bem também. Como diria Tati : Mas a lição que eu aprendi no sábado é que não vale a pena consertar um carro pela décima vez. É mais fácil comprar um novo e fim de papo. Afinal, eu bem que tentei consertar meu relacionamento com todas essas pessoas e só ganhei mais e mais poses e menos e menos verdades. Ainda que doa deixar pessoas morrerem, se agarrar a elas é viver mal assombrado.

;)

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Palavras.

E é na dor que eu escrevo, somente no vazio do meu mundo que encontro as palavras.
Mundo particular, particularmente ímpar.
Em meio ao caos lá estão elas, encaram-me, confortam-me, tiram-me da solidão e me fazem companhia.
E é la, naquela fração de segundo, que eu escrevo.

Créditos.